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Saúde INFORME PUBLICITÁRIO

A pandemia ainda não acabou, a cidade de Goiás sofre com tantos casos de Covid-19

Só na última semana registrou-se 600 casos de covid.

14/01/2022 09h00
Por: Informe Publicitário
A pandemia ainda não acabou, a cidade de Goiás sofre com tantos casos de Covid-19

A Cidade de Goiás registra 68 mortes de pessoas residentes no Município, em consequência da Covid-19 desde o início da pandemia no Brasil, dos 3.060 casos confirmados. Só na última semana registrou-se 600 casos de covid.

Foram registrados no boletim desta quarta-feira (12/01), 600 casos de pessoas do Município de em tratamento em domicílio e 715 testes realizados num único dia.

A Prefeitura da Cidade de Goiás por meio de novo Decreto de enfrentamento à covid-19 no Município, que foi publicado na última terça-feira (11/01), proibiu a realização de eventos públicos e privados, além de instituir toque de recolher de 1 às 6 horas da manhã, até o dia 26 de janeiro.

O uso de som mecânico em locais públicos também foi proibido e bares, restaurantes e similares devem permanecer fechados entre 1 e 6 horas da manhã, bem como, não é permitido a realização de apresentações musicais nos estabelecimentos comerciais da Cidade.

Para quem não estiver de máscara no rosto, não poderá entrar em qualquer estabelecimento de atividade econômica ou não econômica. O decreto também prevê o "toque de consciência" de 1 às 6 horas da manhã, que deve ser obedecido de forma compulsória por todos e todas que estiverem na Cidade, até o dia 26 de janeiro. E, quem descumprir as regras previstas no decreto pode receber multa e ter o estabelecimento interditado. O não uso de máscara na rua será punido com multa no valor de R$ 110. No caso do comércio, a aplicação é de R$ 3,3 mil em multa. Já a multa de R$ 110 será para quem for flagrado durante o consumo de bebida alcoólica na rua no horário do "toque de consciência". Já o uso de som mecânico, caixa de som ou similares em vias públicas pode ser multado em R$ 4,4 mil. Quem for flagrado na rua sem autorização, de 1 às 6 horas da manhã, terá de pagar R$ 2,2 mil.

A pandemia do coronavírus (Covid 19), evidenciou as práticas consolidadas da medicina que se encontraram com a vanguarda da ciência. Onde o encontro de conhecimento, inovação e esforço do coletivo de profissionais de saúde e cientistas salvam, ou tentam salvar milhões de vidas.

Em meio a tragédia, mesmo em países a exemplo do Brasil, contaminados pelo negacionismo científico e tendo à frente uma nova doença, letal e extremamente contagiosa como o coronavírus, produziu, em tempo recorde, formas de curar a maioria dos(as) doentes.

A tentativa de deslegitimar a ciência é nociva para a sociedade, principalmente nesse momento de crise sanitária. O Brasil possui vasta experiência no enfrentamento de epidemias, como em pesquisas e práticas relacionadas à Saúde Pública. Conforme evidencia uma das pioneiras no estudo da Covid-19 no Brasil e no mundo, a médica Patrícia Rocco. “As epidemias estiveram na origem da criação de algumas importantes instituições, como o Instituto Butantã em São Paulo e da Fiocruz no Rio, criados para a produção de vacina e soro contra a peste bubônica, que chegou ao Brasil na virada do século 19 para o século 20”.

O negacionismo no Brasil tomou proporções grandiosas, manifestando-se na negação ou minimização da gravidade da doença, como relata Marcos Napolitano, professor do Programa de História Social da Universidade de São Paulo (USP). “As manifestações ao negacionismo foram muitas, como no boicote às medidas preventivas, na subnotificação dos dados epidemiológicos, na omissão de traçar estratégias nacionais de saúde, no incentivo a tratamentos sem validação científica e na tentativa de descredibilizar a vacina, entre outros exemplos. Se acentuando as incertezas, influenciando na adesão da população aos protocolos de prevenção, comprometendo a resposta do país à pandemia e ameaçando à democracia”.

O negacionismo vai além de um boato ou fake news, é um sistema de crenças que, nega o conhecimento científico, as evidências em pesquisas, o argumento lógico e tem uma rede organizada de desinformação. As evidências e os fatos entram em choque com valores ou crenças subjetivas, então o(a) negacionista seleciona uma narrativa alternativa para explicar a realidade. Ou seja, a coerência torna-se irrelevante.

O professor Marcos Napolitano acrescenta que a ignorância não é causa do negacionismo, mas sua consequência e fabricada propositalmente. “É uma construção articulada por pessoas que possuem altíssima informação e meios sofisticados de produzir comunicação e que constroem espaços seletivos, no qual grupos enormes de pessoas são expostas à desinformação”. E essa realidade manifesta-se na cidade de Goiás, pois muitas pessoas ainda não se vacinaram e não seguem os protocolos sanitários de segurança.

De acordo com Weder Marques, Diretor da Vigilância em Saúde, não foram identificados casos da nova variente Ômicron na Cidade e a previsão para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, é de começar na próxima semana.

Em relação às vacinas aplicadas em Goiás e o Boletim epidemiológico, os dados estão disponíveis no site da Prefeitura de Goiás: http://www.prefeituradegoias.go.gov.br/informes-sobre-o-combate-a-covid-19/

 

Texto: Ascom – Prefeitura Municipal de Goiás.

Fotos: Dagmar Talga/ Ascom – Prefeitura Municipal de Goiás.

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