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Economia PANDEMIA

Comerciantes avaliam impacto da pandemia na economia da Cidade de Goiás em 2020

Atividade econômica foi duramente afetada

30/12/2020 14h43
Por: Rosângela Aguiar
Atividade econômica foi duramente afetada na Cidade de Goiás
Atividade econômica foi duramente afetada na Cidade de Goiás

A pandemia da covid-19  obrigou o comércio varejista a enfrentar uma crise de proporções inéditas no ano de 2020. Nos meses de abril a junho a atividade econômica foi duramente afetada, e acabou provocando o fechamento de diversos comércios. Na Cidade de Goiás, a comerciante e artista plástica, Maria Solange Gomes, relata que no começo do ano o comércio no município ia reagindo muito bem. 

 

Nós começamos o ano bem. Até o carnaval tudo foi ótimo e depois tivemos que fechar tudo. Nós ficamos dois meses e quatro dias fechados. Depois disso abrimos, mas as vendas continuaram muito fracas. Depois deu uma reagida, e agora continua fraca. Nós ficamos na expectativa de que agora com as férias possa melhorar, a situação não está boa,” conta a comerciante. 

 

Solange ainda relata que o apoio que obteve da Prefeitura de Goiás foi apenas na alteração de um decreto. “Olha, o que nós tivemos de apoio da Prefeitura, na verdade o que eu e uma colega fizemos foi criar uma comissão, e corremos atrás de abaixo-assinado dos donos das lojas de artesanato. Fomos até a prefeita, não conseguimos falar com ela, mas falamos com os assessores, e com a secretária de Turismo, que colocou no decreto que poderíamos ficar abertos no sábado até às 20h, e no domingo até às 17h da tarde. A Prefeitura nos ajudou nisso aí. Como o turista viaja mais no final de semana, a gente tinha ficado prejudicado nisso aí,” complementa.

 

Já Inês Alves, comerciante, relata a insegurança de abrir um novo comércio durante a pandemia. “Já tinha uns meses que queria abrir a minha loja, mas por causa da pandemia fiquei com receio. Resolvi abrir agora nesse final de ano, e estou com uma expectativa muito alta, mas com medo por causa da pandemia. A gente não sabe o que vai acontecer amanhã, né? Estou com esperança de que eu possa vender, que minha loja possa seguir adiante. Mas sempre tem aquele medo de que algo possa acontecer e amanhã a gente tenha que fechar tudo,” explica. 

 

José Divino, proprietário de um restaurante na cidade, comenta que o primeiro mês da declaração de pandemia foi o mais difícil. “No primeiro mês nós tivemos que fechar. Foi muito difícil. A ausência dos estudantes e turistas na cidade acabou prejudicando muito, mas graças a Deus agora estamos voltando. Conseguimos manter nosso quadro de funcionários, não demitimos ninguém. Nossa esperança é de que nesse próximo ano tudo melhore,” relata José. 

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