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Esportes ESPORTE

Professor oferece aulas gratuitas de handebol

Em projeto social autônomo, Norberto Ferreira têm levado os benefícios do esporte a mais de 20 alunos e busca parcerias

10/05/2022 10h35 Atualizada há 2 meses
Por: Rariana Pinheiro
Professor oferece aulas gratuitas de handebol

 

Com o intuito de oferecer mais modalidades de esportes e os benefícios da prática de atividades físicas para os vilaboenses, o professor e atleta Norberto Ferreira está desenvolvendo uma oficina de handebol comunitária. As aulas são gratuitas e destinadas aos interessados de todas as idades e  sexos. As atividades acontecem na quadra do CRAS/CREAS, antiga OEC, no Setor Aeroporto, toda segunda e quinta-feira, a partir das 20h30.

 

Para participar, basta apenas comparecer à quadra com roupa adequada (tênis, bermuda e camisas leves). De acordo com o professor, a oficina, que recebeu apoio da Prefeitura, nasceu há cerca de um ano, devido ao interesse de ex-alunos pelo esporte. Apaixonado pelo handebol, Norberto viu aí uma oportunidade de fortalecer a modalidade na cidade.

 

As aulas começaram com seis alunos e hoje contam com mais de 20 praticantes. Com facilidade para lidar com pessoas, o professor conta que as aulas estão abertas para receber quem se interessar. “Homens e mulheres treinam separados e estou buscando uma parceria com a Prefeitura para disponibilização de mais materiais, como bolas de handebol, cones e pratos de treinamento”, conta ele, ressaltando que sonha em montar um time da modalidade na cidade.

 

Para o professor, o esporte vai além dos aspectos físicos e funciona como meio educativo. “Ajuda no senso de coletividade, na disciplina e eu cobro muito dos alunos o comprometimento com a escola. A ideia, não é formar atletas, isso é consequência, mas sim colaborar com a formação social dos participantes e ajudar no desenvolvimento de valores”, explica o professor.

 

Norberto lembra ainda que a equipe tem Instagram (@handebol.goias) e está na busca de mais parcerias para a iniciativa crescer. “Queremos, quem sabe, transformar o projeto em uma associação, para buscarmos mais recursos, apoio político e doações”, conta.

 

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