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Economia ECONOMIA

“Distrito Agroindustrial deve sair do papel”, afirma secretário

A afirmação é do secretário Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Santana

24/06/2021 18h15 Atualizada há 9 meses
Por: Rosângela Aguiar
“Distrito Agroindustrial deve sair do papel”, afirma secretário

 

“Avançamos bastante nas negociações com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) e já temos empresários interessados em investir no Distrito Agroindustrial que deve sair do papel em breve”, anuncia o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Santana. Já foram realizadas duas reuniões e uma visita técnica onde foram definidas algumas ações como a melhoria da infraestrutura da área de 9,5 alqueires, que fica próxima ao trevo de Mossâmedes. 

 

A Prefeitura de Goiás deve fazer a roçagem e a limpeza da área, que possui uma construção de um frigorífico paralisada há algum tempo e já existem negociações para a retomada dos investimentos. A última reunião aconteceu no dia 16 de junho com o diretor técnico da Codego, Fabiano Lopes Mendonça, e o diretor técnico da Presidência da Codego, Manoel Castro Arantes. Eles visitaram a área junto com o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Santana, após reunião com o prefeito Aderson Gouvea.

 

Esta é uma reivindicação antiga de empresários e moradores da Cidade de Goiás. A área deve ser reativada pela Codego, que é o órgão responsável pelos distritos industriais do Estado. “Estamos na fase da negociação de formas de abatimento do valor do terreno no distrito e outras maneiras de incentivar investimentos no local”, informa o secretário Rodrigo Santana. O diretor técnico da Codego, Fabiano Lopes Mendonça, já passou para a Prefeitura um relatório completo da situação do Distrito Agroindustrial da Cidade de Goiás, bem como as demandas de melhoria. 

 

Entre elas está a instalação de rede elétrica trifásica para que as empresas possam se instalar no local. Os órgãos discutem agora novos critérios de estímulo para novos empreendimentos, como abatimento de 90% do valor do terreno e condições de prazo para pagamento de acordo com os benefícios que o empreendimento devolverá para o município e para o estado. Entre esses benefícios estão a produção industrial em si, a geração de emprego, renda, além dos tributos municipais e estaduais.

 

“É importante ressaltar que o Distrito Agroindustrial faz parte das discussões da revisão do Plano Diretor da Cidade, uma vez que faz parte do zoneamento das áreas urbana e rural”, explica Rodrigo Santana. Segundo o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico existem conflitos de algumas atividades dentro do perímetro urbano ou nas margens da cidade, que causam impactos de vizinhança e no meio ambiente que podem ser realocadas para o Distrito Agroindustrial. 

 

“Queremos evitar esses danos no entorno da cidade, como atividades que emitem gases, com relação à queima. E queremos que tudo isso fique claro no Plano Diretor que está sendo revisado e que está avaliando não só o Distrito Agroindustrial, como também os outros distritos e povoados”, explicou Rodrigo Santana. A revisão do Plano Diretor da Cidade inclui planejamento e  zoneamento para melhor distribuição e alocação das atividades industriais e comerciais. “Nosso objetivo é evitar impactos que possam comprometer a qualidade do ar, da água e da vida das pessoas da cidade e também do campo”, avisa.

 

Ainda essa semana será realizada visita técnica no Distrito Agroindustrial com novos interessados em empreender na Cidade de Goiás. “Nas tratativas com a Codego, estamos buscando também um modelo de gestão voltada para a preservação ambiental e patrimonial do município”, informa Santana. Já no início de julho a Prefeitura deve negociar com o empresário que iniciou a construção de um frigorífico no Distrito Agroindustrial. 

 

A obra está paralisada por conta de algumas irregularidades que devem ser resolvidas para a retomada do empreendimento. “Caso este empresário não queira retomar a obra, já temos um novo interessado na área em construção”, informou o Secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Goiás. E destaca que o mais importante é o interesse do Governo Estadual em investir junto com a Prefeitura para garantir a geração de emprego e renda para o município.

 

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