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Educação EDUCAÇÃO

Professores aposentados fazem manifestação nesta quinta-feira

Cidade de Goiás participará do ato que vai ocorrer em Goiânia

23/08/2021 07h07 Atualizada há 2 meses
Por: Marcela Guimarães
Imagem ilustrativa. Foto: Reprudução | noticias.r7.com
Imagem ilustrativa. Foto: Reprudução | noticias.r7.com

 

Em busca de extinguir o desconto de 14,25% que está sendo feito mensalmente no salário dos professores e demais profissionais da educação aposentados, a categoria fará uma mobilização nesta quinta-feira, dia 26, em Goiânia. A Cidade de Goiás vai participar representada por sua Regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego). 

 

“Antes da Reforma da Previdência, feita pelo Governo do Estado, contribuíam com o Fundo de Previdência (Goiasprev) após aposentados somente aqueles trabalhadores que recebiam acima do teto do INSS. Com a reforma, o governo rebaixou o teto para R$1.100,00, deixando os trabalhadores de baixos salários, como é o caso da Educação em grande dificuldade financeira”, explica a presidente da regional do Sintego, Luiza Valério Cintra.

 

A concentração será a partir das 15h, no dia 26, na Praça Cívica, em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, sede oficial do Governo, e do Palácio das Esmeraldas, edifício administrativo da gestão estadual. “Estamos empenhados para que o governo encaminhe outro projeto de lei para alterar essa taxação de quem recebe abaixo do teto”, afirma Luiza Valério.

 

Histórico

O projeto da Reforma da Previdência entrou para votação na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) em dezembro de 2019. Na ocasião o Sintego, havia montado acampamento na porta da Alego para convencer deputados a votarem contra o desconto nos salários dos servidores aposentados. Porém, a Reforma da Previdência foi aprovada com este desconto e desde abril muitos aposentados estão passando por necessidades.

“Tentamos fazer o convencimento para que votassem contra, pois entendemos que a aprovação levaria a uma crise de miserabilidade enorme, já que atingiria com mais rigor os trabalhadores de baixos salários”, complementa Luiza Valério Cintra, presidente da Regional da Cidade de Goiás do Sintego.

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